Competição foi criada este ano, graças a um trabalho em conjunto, entre a Associação dos Cronistas Esportivos de Santa Catarina e a Federação Catarinense de Futebol. O atual presidente da ACESC, Polidoro Júnior, impulsionado pela força da entidade que, durante muitos anos foi presidida e edificada pelo grande J. B. Telles, fazendo um trabalho monumental, procurou Rubens Angelotti para a realização de tal torneio. A ACESC está completando 70 anos, em 2.026, e, portanto, justíssima homenagem.
No momento, a Taça ACESC é "sonho de consumo" para os quatro semifinalistas em razão de que, seu campeão, terá uma vaga catarinense na Copa do Brasil de 2.027. O Criciúma, por exemplo, está sofrendo "prejuízo" considerável, este ano. Se tivesse entrado no lugar da Chapecoense, como chegou a ser "desenhado" nas rodadas finais da última disputa da Série B, embolsaria, inicialmente, 2 milhões de reais! É meio que um "rombo" financeiro sem perspectiva de recuperação!!
Sobre o duelo contra o Brusque, neste sábado, 18:30, na Arena Simon, o gramado sintético, certamente, será uma "desculpa", caso o Tigre não conquiste sua classificação. Mas, "é do jogo"! Temos ouvido justificativas, nesta direção, de vários jogadores e técnicos pelo Brasil. De qualquer modo, mesmo eu também achando que o uso de grama sintética não deveria ter sido aprovado pela FIFA, é uma realidade que atletas e treinadores necessitam, obrigatoriamente, a se acostumar!



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