quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Por que o presidente não fala?

Anda ausente o mandatário maior do Criciúma Esporte Clube e da Gestão de Ativos, o empresário Antenor Angeloni. O motivo? Talvez pretenda se preservar um pouco em razão dos vexames proporcionados pelo time em campo, culminando com o rebaixamento no Campeonato Brasileiro. Mesmo assim, falta alguém no Criciúma se pronunciar a respeito do que pretende e poderá fazer o futebol em 2.015. Dentro do que penso, deve haver prioridade em relação à Série B. Ou seja, o Criciúma não poderá medir esforços para conseguir seu retorno...seu acesso novamente para a elite do futebol brasileiro! Não abro mão, entretanto, de que o Criciúma lute pela conquista do Campeonato Estadual. E, sobre este assunto, lembro que onde o Tigre chegar, nos estádios catarinenses, se ouvirá aquele côro: “ão...ão...ão, segunda divisão!”. Absolutamente normal! Inclusive, os dirigentes que estiverem à frente do Depto. de Futebol, como Raimundo Queiroz e sua comissão técnica, poderão capitalizar isso e transformar num elemento motivacional para que o time em campo mostre a grandeza do Clube! Entenderam??
Eu gostaria de saber do presidente do Criciúma o que ele, como gestor, quer para o Tigre na próxima temporada? Qual o tamanho das verbas disponíveis e que prejuízos, além de técnicos, mas também financeiros, sofre o Clube com o descenso? A G. A. vai continuar gastando como fez este ano? O Criciúma irá formar um plantel com jogadores experientes, mas baratos? Ou a idéia é montar um grupo sem grandes gastos e com atletas que estão buscando espaço? E a tão comentada interferência de Cláudio Gomes no Depto. de Futebol? Ela existe mesmo ou não? As contratações serão de incumbência única de Raimundo Queiroz ou “alguém” mais dará palpite? E a tal parceria com a Elenko Sports vai continuar? Enfim...uma série de questionamentos que todos nós que apreciamos o Criciúma pretendemos, uma hora ou outra, ter respostas!!

Algumas pistas são deixadas nas entrelinhas. Uma vez que o Criciúma já se desfez de alguns profissionais em razão de altos salários, dá pra imaginar que haverá diminuição de gastos em 2.015. E isso deverá atingir todas as áreas do Clube! Afinal, projeções envolvendo receitas para o ano que vem são com valores BEM menores do que as de 2.014. Queda de divisão...queda de grana!! A situação mais recente diz respeito a João Vítor. Sim, porque uma das alegações para a não renovação de contrato com esse jogador foi o alto salário! Muito embora...pelo que sabemos, João Vítor não ganhava tanto assim!! Seguindo na mesma linha...nesta terça(02), confirmou-se a demissão de Júlio Rondinélli, gerente de futebol, e Vitor Marcelo, que ocupava cargo na área de marketing. Me chamou atenção o fato de Júlio ter sido demitido por Cláudio Gomes! Ora bolas...o “chefe” do futebol não é Raimundo Queiroz? E, caso estivesse ausente, caberia a Lédio Daltoé, superintendente da G. A., fazer tal comunicação. Masssss...entretanto, contudo, pois pois...sigamos!

E o Passarinho Arrepiado? Andava sumido ainda tentando absorver o rebaixamento do Tigre, o título do Joinville e a heróica classificação do Avaí. O “bichinho” me soprou que o Criciúma poderá trazer Rogério Zimmermann para ser o novo treinador. Huummmm...notícia nada alvissareira! O referido profissional treinou este ano o Brasil de Pelotas e é amigo de Armando Desessarts, que ocupa função no Depto. Amador do Criciúma. Ai, ai, ai, ai...!!

Um comentário:

  1. Amarildo Junqueira3 de dezembro de 2014 21:24

    Gilberto,me diga uma coisa.O que aconteceu com a imprensa de Criciúma que ficou ausente de tudo que passou ou passa dentro do Criciúma.?Estaria o Criciúma brigado com a imprensa local de Criciúma?Diferente disto,porque então o desinteresse pelo Criciúma?Afinal,qual a função dos setoristas das emissoras de radio no H.H. se nada tem de informações?Algum projeto o Criciúma tem para 2015 e será que a imprensa não sabe de nada?Olha,eu nunca vi um clube de futebol fazer futebol desta forma.Tudo alí é mistério.Penso até que a qualquer momento pode vir bomba por aí.Nada justifica tanta omissão.

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